Automotivo
21 de Dezembro de 2020

Quais são os diferenciais dos abrasivos para oficina de reparação automotiva da Norton? Veja aqui!

Quer saber a diferença entre os abrasivos da Norton e outras marcas alternativas no mercado? Confira o post e saiba mais!

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Há anos os abrasivos Norton estão no mercado global, sendo a principal referência quando o assunto é reparação automotiva. Afinal, são inúmeros os equipamentos e ferramentas desenvolvidos para esse fim e com a mais alta tecnologia, para oferecer não apenas melhores resultados finais nos serviços, mas também mais praticidade facilidade aos profissionais da área.

A gente sabe, é claro, que nos últimos anos uma variedade de abrasivos alternativos surgiu no mercado nacional e que, pela economia, às vezes o profissional acaba fazendo a troca. E no seu caso, você tem dúvida na hora de escolher a marca que vai ser sua parceira na construção de uma oficina de sucesso?

Justamente por isso, hoje nós preparamos um post completo sobre os principais abrasivos Norton, seus diferenciais e vantagens, que tornam esses equipamentos os mais usados e aprovados no mundo todo.

E, é claro, tem muita dica técnica também. Quem nos ajuda a contar essa história é o especialista em funilaria da Norton, Ricardo Sales. Bora conferir?

Quais são os abrasivos para funilaria da Norton?

De uma forma geral, os abrasivos Norton são divididos em quatro linhas específicas. Cada uma apresenta lixas variadas, com granulações específicas e, consequentemente, com aplicações recomendadas para diferentes etapas da funilaria.

São elas:

  • Gold;
  • Champagne;
  • Multi-air;
  • Cyclonic.

Como destaca Ricardo, a maior parte destas lixas é em disco. Porém, a Norton também oferece algumas opções em tacos, como é o caso de uma variedade da Cyclonic.

No entanto, muito além de conhecer essas linhas, o especialista destaca a importância de saber diferenciar os tipos de lixas, suas nomenclaturas técnicas e, principalmente, suas aplicações práticas.

Afinal, em muitos casos, o profissional funileiro se orienta apenas pela numeração da lixa, mas não percebe que ela pode ter granulações diferentes. Isso se explica, pois, cada abrasivo segue uma normatização internacional. Logo, haverá diferenças técnicas, mesmo se as lixas tiverem uma numeração igual.

Para ficar mais fácil, listamos essas normas e suas principais características:

  • MICRA — representada pelo prefixo "U", que corresponde ao tamanho do grão em Microns (1 U = 0,001 mm);
  • CAMI (Coated Abrasives Manufacturers Institute) — para grãos 240 mais finos, a granulometria é mais fina que o equivalente na norma FEPA;
  • FEPA (Federation of European Producers of Abrasives) — representada pelo prefixo "P" antes do grão. Para grãos 240 mais finos, a granulometria é mais grossa que o equivalente na norma CAMI;
  • JIS (Japanese Institut Standard).

Mas como isso se aplica na prática?

Para tentar exemplificar melhor, Ricardo nos conta um processo bem comum nas oficinas:

"Às vezes, o profissional pega uma lixa FEPA 1200 para lixar um verniz, no qual teria que ser uma lixa JIS 1200, pois, na cabeça dele, ele considera apenas o tamanho da granulação (nesse caso 1200), mas não o tipo da lixa em si. Ou seja, vai fazer um risco muito profundo — pois a FEPA é mais agressiva — e vai ter mais trabalho para removê-lo depois durante a polimento".

E o que o profissional deve saber na hora de escolher o abrasivo adequado?

Aproveitando o gancho acima, muito mais do que conhecer as linhas de abrasivos existentes no mercado, é muito importante o profissional conseguir fazer essa identificação de forma mais técnica. Para isso, existem nomenclaturas mais específicas, e cada uma delas caracteriza alguma coisa naquela lixa. Quer ficar craque? Segue com a gente.

A granulação também é um fator importantíssimo e que, segundo Ricardo, causa muitas dúvidas entre os profissionais. Por isso, ele destaca que a granulometria varia de forma inversa à numeração. Ou seja, em palavras mais simples, quanto maior o número, menor será o grão, entendeu?

Por exemplo, o grão 80 é maior que o 150, que é maior que o 220 e assim vai.

Porém, mesmo sabendo disso, o especialista reforça que qualquer processo de funilaria não deve ser algo engessado e completamente padronizado. Portanto, cabe ao profissional conseguir identificar o real estado do automóvel e, dessa forma, saber escolher os abrasivos adequados para aquela situação em sua oficina de funilaria e pintura.

"Se o funileiro pega um carro muito amassado, em que precisa utilizar muita massa poliéster, esta será a superfície a ser lixada. Na prática, a massa é dura, e aí precisa de um lixamento mais agressivo. Ou seja, ele vai ter que começar com um grão 80, depois 150 e, por fim, um 220", exemplifica.

Para ajudar ainda mais a entender essas diferenças, confira a tabela de granulometria dos abrasivos Norton, de acordo com as normatizações internacionais.

Ricardo ainda complementa dizendo que o mercado, em geral, está acostumado a trabalhar com lixas das normas FEPA, para preparação, e JIS, para polimento. Porém, com a entrada de outras marcas que utilizam outras normatizações, muitos profissionais podem se ver confusos e apresentar resultados diferentes do esperado, justamente porque não levam em consideração essa questão.

Por que preferir os abrasivos Norton?

Indiscutivelmente, o nome da Norton já carrega consigo um selo próprio de qualidade e que é reconhecido no mundo inteiro.

Porém, não é só essa questão que torna a marca uma referência mundial. Há fatores técnicos, que a diferenciam da maior parte dos abrasivos alternativos aí no mercado. Isso agrega uma qualidade que poucas lixas vão conseguir!

Para exemplificar de forma mais clara, Ricardo cita o caso da A275 (a lixa Champagne ou Marrom), que indiscutivelmente apresenta um rendimento e uma resistência no polimento muito superiores a qualquer outra marca no mercado.

Isso porque, em geral, os profissionais acreditam que, ao molharem a lixa na água, o acabamento fica melhor, apesar de isso ser apenas uma questão de costume. Porém, na prática, a lixa da Norton é altamente resistente ao líquido e, consequentemente, oferece um resultado muito melhor no final.

Há também a questão da tecnologia, fator que os abrasivos Norton carregam com orgulho nas costas e que, sinceramente, muitos concorrentes não chegam nem perto. É o caso do sistema de aspiração aplicado nas linhas Multi-air e Cyclonic, como detalha o vídeo a seguir.

 

Outro diferencial dos abrasivos Norton é a grande variedade de produtos disponíveis, o que expande as opções para os profissionais.

E, por fim, independentemente do equipamento adquirido, a Norton oferece uma assistência técnica completa e eficiente, o que garante uma assessoria mais técnica e profissional para quem opera diretamente com esses produtos.

Enfim, essas são algumas dicas essenciais sobre os abrasivos Norton e informações que mostram por que eles se tornaram uma referência mundo a fora. Sendo assim, esperamos que com todas essas informações, você agora possa escolher suas lixas de forma um pouco mais técnica e reconhecendo as vantagens que casa uma delas pode oferecer no dia a dia.

Ah, e claro! Reforçando o compromisso da Norton com os profissionais do mercado, nosso time se mantém à disposição para dúvidas e sugestões sobre nossos produtos. Converse agora com um especialista e nos conte melhor sobre o que precisa!

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